Ic_radizen_logox

Informe Científico
___________________________________________________________________ A necessidade do consumo de antioxidantes em nosso dia-a-dia é amplamente conhecida. Essas moléculas são capazes de neutralizar radicais livres que são produzidos naturalmente por nosso organismo. Porém, nosso estilo de vida com alta exposição ao sol, alimentação inadequada, fumo e ingestão de altas quantidades de bebidas alcoólicas, aumenta exageradamente a produção de radicais livres que nosso sistema natural antioxidante nem sempre consegue neutralizar. É quando os radicais começam a lesar tecidos sadios, como as veias, o coração, os olhos, pulmões e pele, desenvolvendo patologias em longo prazo. Radizen-Zn® apresenta composição única no mercado, pois reúne em um só produto um conjunto de potentes antioxidantes capazes de neutralizar os radicais livres gerados pelo
metabolismo celular ou por fontes externas, protegendo assim o DNA e consequentemente todo o
organismo. Radizen-Zn®, graças à sua composição, apresenta ainda diversos benefícios à pele, como
ação na biossíntese de colágeno e melhora no processo proliferativo. Devido à presença do zinco,
possui propriedades anti-inflamatórias, para auxílio na melhora de doenças de pele como psoríase,
rosácea e acne.
Composição de Radizen-Zn®

Radizen-Zn® é um complemento nutricional balanceado e cuidadosamente desenvolvido para trazer benefícios globais à pele e a todo o organismo. É composto por vitamina A na forma de betacaroteno sintético (3,6mg equivalente a 2.000 UI vitamina A), vitamina C (45mg), vitamina E acetato (10mg), selênio quelado (34mcg) e zinco quelado (7mg). Radizen–Zn® como protetor e mantenedor da saúde

As vitaminas A, C, E, selênio e zinco contidas em Radizen-Zn® são potentes antioxidantes capazes de neutralizar os radicais livres gerados pelo metabolismo celular ou por fontes externas. Impedem o ataque e destruição dos lipídeos, aminoácidos, ácidos graxos e bases do DNA, evitando morte celular e lesões ao órgão (BIANCHI & ANTUNES, 1999). A presença do zinco oferece um diferencial, pois possui também ação sobre os radicais livres gerados a partir de metais de transição (MARQUES & MARREIRO, 2006). Quando a neutralização dos radicais não ocorre no organismo, diversas patologias são desencadeadas, entre as quais estão: artrite, aterosclerose, diabetes, catarata, enfisema, cardiopatias, disfunção cerebral, esclerose múltipla, doenças auto-imunes, câncer e envelhecimento (BIANCHI & ANTUNES, 1999). A vitamina A, em particular, é um fator importante no crescimento e na diferenciação celular. Estudos em animais comprovam sua ação preventiva contra o desenvolvimento de tumores da bexiga, mama, estomago e pele. Assim como, o consumo regular de alimentos ricos em vitaminas A e C pode diminuir a incidência de câncer retal e de cólon (BIANCHI & ANTUNES, 1999). A carência de vitamina A pode levar a cegueira noturna, xeroftalmia, xerodermia e hiperqueratose folicular, em crianças, aumenta o risco de sarampo, diarreia e infecções respiratórias (CAMPOS & ROSADO, 2005). A vitamina C (acido ascórbico), comparada aos demais antioxidantes, possui uma característica particular: tem a capacidade de se transformar em ácido deidroascórbico de forma reversível, ou seja, se for estimulada, retorna a forma ácida original (ácido ascórbico). A vitamina C Informe Científico
___________________________________________________________________ previne o escorbuto, é importante na defesa do organismo contra infecções e fundamental na integridade das paredes dos vasos sanguíneos (AZULAY et al, 2003). Muitos autores estudaram os efeitos da vitamina C no organismo, Bianchi e Antunes (1999) afirmam que a vitamina C inibe a síntese química de nitrosaminas (a maioria delas é cancerígena), importante fator de risco para câncer do estômago. Estudos sugerem que uma ingestão de vitamina C de 60 a 90mg (muito maior do que a recomendação) pode reduzir o risco de doenças crônicas como problemas cardíacos e câncer, assim como a administração conjunta com a vitamina E potencializa seu efeito. Muitos autores defendem essa ideia porque tanto a vitamina C como a E são constituintes importantes no processo natural antioxidante (Batista et al 2007). Batista e colaboradores (2007) explicam que o nosso sistema de defesa antioxidante atua em duas linhas: a primeira atua como detoxificadora do agente antes que cause a lesão, a qual é constituída por glutationa reduzida, superóxido dismutase, catalase, glutationa peroxidase e vitamina E; a segunda forma de defesa tem função de reparar a lesão ocorrida, sendo constituída pelo ácido ascórbico pela glutationa peroxidase e pela glutationa-redutase, justificando, assim, o grande interesse em administrar juntamente as vitaminas C e E. Os minerais selênio e zinco também têm se destacado no meio científico como potentes antioxidantes. O selênio (Se) é um mineral necessário em quantidades mínimas, mas essencial para o bom funcionamento do organismo, pois é componente de diversas vias metabólicas importantes, incluindo metabolismo hormonal da tireóide, sistemas de defesa antioxidante e imunológica. Arthur e colaboradores (2003) afirmaram que o Se atua sobre o sistema imunológico, pois sua deficiência influencia de modo negativo a proliferação de linfócitos T e B, produção de imunoglobulinas M e G e a atividade de neutrófilos em humanos. A mesma evidência é afirmada por Singhal e Austin (2002), que comprovaram clinicamente a normalização da ação do sistema imunológico em pacientes HIV-positivos após suplementação de Se. A deficiência de Se também leva à diminuição da atividade antioxidante da GSH (que possui ação protetora na parede dos vasos sanguíneos) e de outras enzimas, como a superóxido desmutase (SOD), em diversos órgãos, tais como coração, fígado e rins. Wu e Huang (2004) comprovaram clinicamente que a atividade do endotélio de animais suplementados com Se foi aumentada em comparação aos animais deficientes em Se. O zinco é um mineral importante na nutrição humana para o crescimento e desenvolvimento normais do organismo, para a imunidade, defesa antioxidante, manutenção do apetite, do paladar, da capacidade de cicatrização de feridas e para a visão noturna (MARQUES & MARREIRO, 2006). Especificamente nos sistemas enzimáticos, o zinco está envolvido na síntese e degradação de proteínas e na transformação de carboidratos em lipídios e ácidos nucléicos, sendo indispensável para
a atividade de enzimas envolvidas diretamente com a síntese de DNA e RNA (MARQUES & MARREIRO,
2006). Também está envolvido na proteção dos grupos tiols pelo zinco, abrindo perspectivas para a
sua utilização em pacientes diabéticos, para melhorar o controle metabólico, ou em estágios de
intolerância à glicose, impedindo a progressão para o diabetes (MARQUES & MARREIRO, 2006).
Radizen-Zn® como antioxidante e outros benefícios para pele

Ao nos expormos ao sol nossa pele é danificada pelos raios UV, que promovem: pigmentação, imunomodulação, fotoenvelhecimento, inflamação e até câncer de pele. A lesão é caracterizada pela geração de radicais livres de oxigênio que promovem fotossensibilização e consequente liberação de alguns mediadores inflamatórios como TNF-a, IL-1 e IL-6, consequentemente, a administração de agentes oxidantes possivelmente diminuem o fotodano (FUCHS & HERBERT, 1998). As vitaminas A, C, E, zinco e o selênio, como potentes antioxidantes, foram largamente empregados em estudos clínicos que investigaram a melhora da fotoproteção UV com suplementação desses nutrientes. Kockaert e Neumann (2003) citam um estudo em que houve administração de vitamina E (via oral durante 8 dias), após irradiação com UV foi observado o aumento da dose mínima Informe Científico
___________________________________________________________________ eritematosa (MED) indicando melhora da proteção cutânea contra os raios solares. Porém, alguns autores afirmam que a dosagem de 400 UI diária de vitamina E durante seis meses é mais segura para redução do dano solar. Em outro estudo, Fuchs E Herbert (1998) concluíram, com base na investigação feita em 40 voluntários que tiveram a suplementação diária com altas doses de vitamina C (3g) e vitamina E (2g), que realmente a suplementação durante 50 dias com altas doses dessas vitaminas protege a pele do dano solar. Lee e colaboradores (2000) também concluíram que a suplementação oral com betacaroteno (30mg por 24 semanas) aumenta a MED, indicando o aumento da fotoproteção cutânea nesses pacientes. Um pouco mais ousados, Pence e colaboradores (1994) afirmaram que o selênio, por proteger in vitro as células contra do dano UVB induzido, é um preventivo do câncer de pele. Além da melhora da fotoproteção cutânea, cada um dos nutrientes citados anteriormente possui papéis particulares. A vitamina A desempenha importante papel no processo de renovação celular e sua deficiência causa comedões acneicos, após a obstrução dos folículos capilares e glândulas sebáceas (PAOLA et al, 1998). A vitamina C, particularmente, participa da biossíntese do colágeno, ativando as enzimas prolina-hidroxilase e lisina-hidroxilase que são responsáveis pela consistência adequada das fibras colágenas na pele (HALLIWELL & GUTTERIDGE, 1989; AZULAY et al, 2003; RICHELLE et al, 2006). Tsoureli-Nikita e colaboradores (2002) descreveram os benefícios do uso oral de vitamina E em pacientes atópicos. O estudo foi realizado com 96 pacientes que receberam 400 UI/dia de vitamina E via oral por 8 meses. Após esse período, houve melhora e quase remissão completa da dermatite atópica, reduzindo também 62% de anticorpos IgE, afirmando, assim, a ação direta da vitamina E na pele. O zinco é naturalmente encontrado na epiderme (71 Ug/g do peso seco), participando no processo proliferativo deste tecido e constituindo o centro ativo de cerca de 300 enzimas. De todas as enzimas que contém o zinco em seu centro ativo, pelo menos sete são de grande importância para a estrutura, funcionamento e proteção da pele (SCHWARTZ et al, 2005): • A superóxido dismutase é uma enzima antioxidante que remove os radicais livres superóxido, protegendo a pele contra a ação deletéria deste radical livre que, entre outras ações, contribui para o envelhecimento cutâneo; • A fosfatase alcalina é dependente de zinco e está envolvida na regulação da inflamação. Ela é liberada da superfície das células epiteliais e promove a desfosforilação do AMP (Adenosina monofosfato), gerando a adenosina que possui uma potente ação anti-inflamatória, e participa do encurtamento da fase inflamatória no processo de cicatrização cutânea; • As enzimas MMP-1 (colagenase), MMP-12 (elastase) e as enzimas DNA polimerase e RNA polimerase funcionam em conjunto nos processos de reepitelização, formação do tecido de granulação, contração da cicatriz e remodelação do tecido; • A metalotioneína funciona como um depósito de zinco na pele (SCHWARTZ et al, 2005). O zinco também tem função ativa comprovada em doenças de pele como artrite psoriática e rosácea. Um estudo foi conduzido com pacientes com artrite psoriática que receberam suplementação oral de 220mg de sulfato de zinco (3 vezes ao dia) por 24 semanas. Como conclusão do estudo, Clemmensen e colaboradores (1980) afirmaram que houve diminuição dos sintomas (condição total, rigidez da manhã, capacidade funcional das junções e dores comum) e sinais (mobilidade e inchamento das junções), aumento da mobilidade e diminuição do inchaço de diversas junções. Houve, ainda, diminuição das imunoglobulinas, aumento da albumina no soro e menor necessidade de administração de analgésicos. Sharquie e colaboradores (2006) comprovaram in vivo que a administração de altas doses de sulfato de zinco (100mg 3 vezes ao dia) é eficaz no controle das lesões em pacientes com rosácea. O sulfato de zinco foi capaz de reduzir significantemente as pápulas e pústulas após 1 mês de Informe Científico
___________________________________________________________________
tratamento, e após 3 meses, os pesquisadores julgaram o efeito da suplementação do sulfato de zinco
comparável a azitromicina e metronidazol orais, sem aparecimento de nenhum efeito colateral
importante.
Radizen-Zn® e seus benefícios como coadjuvante no controle da acne

Acne é uma das patologias cutâneas que mais acometem os jovens, trazendo consequências psíquicas e sociais quando não tratada de modo eficiente. Normalmente o tratamento se estende por anos e envolve mais de uma classe terapêutica de fármacos, como os antibióticos, corticóides tópicos e a isotretinoína em casos severos. Com o passar do tratamento, muitos autores afirmam que o principal micro-organismo envolvido com a acne (o P. acnes) se torna resistente aos antibióticos, sendo necessárias terapias alternativas a esses medicamentos. Assim, surgiu o interesse em investigar os benefícios do Zn no tratamento de pacientes com acne. Dreno e colaboradores (2005) desenvolveram um estudo na investigação da eficácia do gluconato de zinco em lesões inflamatórias em pacientes com acne. Em experimento in vitro, tais autores descobriram que, se adicionarmos 0,03% de gluconato de zinco juntamente com eritromicina (antibiótico comumente prescrito para pacientes com acne), a resistência bacteriana do P. acnes ao antibiótico é diminuída, adiando a necessidade da troca dessa medicação. Degitz e Ochsendorf (2008) afirmam que a explicação farmacológica da ação do zinco na melhora da acne está em seu efeito anti-inflamatório através da inibição da quimiotaxia granulocítica, expressão de TNF-α e principalmente por via da inibição do P. acnes. Em comparação com alguns antibióticos, o zinco por via oral inicia seu efeito mais tarde, após 3 meses de uso, podendo após esse período ser comparado ao efeito da oxitetraciclina via oral, com a
vantagem ainda de poder ser administrado em gestantes (Degitz & Ochsendorf, 2008).
Benefícios da suplementação com Radizen- Zn®

Radizen-Zn® aumenta a proteção cutânea frente aos raios UV, diminuindo seus efeitos maléficos como o envelhecimento cutâneo e melhora o funcionamento da pele como um todo. Possui ação direta na biossíntese do colágeno pela administração de vitamina C, promove efeito antioxidante potencializado pela administração conjunta de vitamina C e E e melhora o processo proliferativo e ações enzimáticas na epiderme por ação do zinco. Em relação ao organismo como um todo, Radizen-Zn® também desempenha papel fundamental no equilíbrio da nossa saúde. Exerce potente ação antioxidante através das três vitaminas e dois minerais que o compõem, previne a cegueira noturna, xeroftalmia, hiperqueratose folicular em crianças, infecções respiratórias, doenças crônicas como problemas cardíacos e câncer, e ainda melhora o metabolismo hormonal da tireóide, do sistemas de defesa antioxidante e imunológico. Posologia diária de Radizen- Zn®

É recomendada a ingestão diária de uma cápsula de Radizen-Zn® ao dia, fornecendo ao
organismo 3,6mg de betacaroteno, 45mg de vitamina C, 10mg de vitamina E acetato, 34mcg de selênio quelado e 7mg de zinco quelado. Precauções na ingestão dos componentes de Radizen-Zn®

A vitamina C pode potencializar o sangramento e irritação intestinal provocados pela administração do AAS (ácido acetilsalicílico) (SHELDON). É contraindicada para pacientes com Informe Científico
___________________________________________________________________ tendência a desenvolver cálculo renal (SHELDON) e sempre que for suspendida a administração de vitamina C, deve ser feita gradativamente (SHELDON). Evitar medicamentos derivados da vitamina A, como isotretinoína, porque podem competir por sítios de ação (THEOHARIS, 1995). Interações dos componentes de Radizen-Zn® com outros nutrientes

Nas dosagens contidas em Radizen-Zn® não há interação maléfica entre seus componentes.
Vitamina A
Dosagens elevadas (muito acima da IDR) de vitamina A interferem com a absorção do ferro,
cálcio, cobre, iodo, vitaminas C, D, E, K e anticoagulantes orais (THEOHARIS, 1995). A vitamina A tem sua absorção diminuída quando administrada juntamente com o hidróxido de alumínio, enquanto, contraceptivos orais podem diminuir o efeito da vitamina A no organismo (THEOHARIS, 1995). • Vitamina C
A ingestão de altas doses de vitamina C (1.500mg/dia) por mais de dois meses pode interagir
com os níveis de cobre e ferro do organismo (SHELDON; THEOHARIS, 1995). • Vitamina E
A administração de vitamina E aumenta a absorção da vitamina A, podendo em casos de
superdosagens causar hipervitaminose A; interfere com a absorção da vitamina K e aumenta o efeito dos anticoagulantes orais (THEOHARIS, 1995). Não se deve administrar vitamina E concomitantemente com ferro inorgânico e anticoncepcionais, pois estes podem prejudicar a absorção da vitamina E (SHELDON). • Selênio
Não foi relatado nenhuma interação do selênio com outros nutrientes ou medicamentos
(THEOHARIS, 1995; MAHAN & ESCOTT-STUMP). • Zinco
Altas dosagens de zinco podem prejudicar a absorção de ferro, enquanto o consumo de
lactose e proteína de soja pode intensificar a absorção do zinco (SHELDON). Toxicidade dos componentes de Radizen-Zn®

Vitamina A
Estudos toxicológicos em animais tem demonstrado que o betacaroteno não é carcinogênico,
mutagênico, embriotóxico ou teratogênico, além de não causar hipervitaminose A (MAHAN & ESCOTT-STUMP). Em estudo com 555 pacientes, Nierenberg e colaboradores (1994) suplementaram combinações de betacaroteno, ácido ascórbico (vitamina C) e vitamina E, observando um efeito tóxico desprezível. • Vitamina C
A superdosagem de vitamina C pode causar alguns efeitos colaterais, porém não é tóxica, pois
o excesso de vitamina C ingerido é comumente excretado (MAHAN & ESCOTT-STUMP). • Vitamina E
A toxicidade da vitamina E é baixa mesmo em níveis altos no organismo, verificado em estudo
que administrou altas doses de vitamina E (MAHAN & ESCOTT-STUMP). • Selênio
Não foi descrita nenhuma toxicidade do selênio (MAHAN & ESCOTT-STUMP;
Zinco
Sheldon (1994) e Mahan & Escott-Stump (1998) concluíram que nas doses recomendadas é
improvável que o zinco seja tóxico, podendo ocorrer em pacientes com insuficiência renal. Informe Científico
___________________________________________________________________

Bibliografia

ARTHUR, J.R.; MCKENZIE, R.C.; BECKETT, G.J. Selenium in the Immune System. J. Nutr., May 2003; 133: 1457-1459. AZULAY, Monica Manela; MANDARIM-DE-LACERDA, Carlos Alberto; PEREZ, Mauricio de Andrade; FILGUEIRA, Absalom Lima; CUZZI, Tullia. Vitamina C. An. Bras. Dermatol. vol.78 no.3 Rio de Janeiro. 2003. BATISTA, Ellencristina da Silva; COSTA, Andre Gustavo Vasconcelos; PINHEIROSANT'ANA, Helena Maria. Adição da vitamina E aos alimentos: implicações para os alimentos e para a saúde humana.Rev.Nutr.,vol.20 no.5 Campinas.2007. BIANCHI, Maria de Lourdes Pires; ANTUNES, Lusânia Maria Greggi. Radicais livres e os principais antioxidantes da dieta Rev.Nutr. vol.12 no.2 Campinas May/Aug.1999. CAMPOS, Flávia Milagres; ROSADO, Gilberto Paixão. Novos fatores de conversão de carotenóides pro vitamínicos A. Cienc. Tecnol.Aliment. vol.25 no.3 Campinas. 2005. CLEMMENSEN, O.J.; SIGGAARD-ANDERSEN, J.; WORM, A.M.; STAHL, D.; FROST, F.; BLOCH, I. Psoriatic arthritis treated with oral zinc sulphate. British Journal of Dermatology,103, 411.1980. Cosmecêuticos – Serie Procedimentos em Dermatologia Cosmética. DRAELOS, Zoe Diana, 2005, Elservier Editora Ltda, Rio de Janeiro. DEGITZ,Klaus; OCHSENDORF, Falk. Pharmacotherapy of acne. Expert Opin. Pharmacother., v.9, n.6, p. 955- 971, 2008. DRENO, Brigitte; FOULC, Phryne; REYNAUD, Alain ; MOYSE, Dominique; HABERT, Hélène; RICHET, Hervé. Effect of zinc gluconate on propionibacterium acne resistance to erythromycin in patients with inflammatory acne: in vitro and in vivo study. Eur J Dermatol; 15 (3): 152-5. 2005. Free Radicals in Biology and Medicine, HALLIWELL, Barr; GUTTERIDGE, John M. C., 2nd Edition, 1989, Oxford Press – London. FUCHS Urgen; KERN, Herbert. Modulation Of Uv-Light-Induced Skin Inflammation By Dalpha- Tocopherol And L-Ascorbic Acid: A Clinical Study Using Solar Simulated Radiation. Free Radical Biology & Medicine, Vol. 25, No. 9, pp. 1006–1012, 1998. KOCKAERT, M.; NEUMANN, M. Systemic and topical drugs for aging skin – Focus On: skin rejuvenation. Journal of Drugs in Dermatology, August, 2003. LEE J; JIANG, S.; LEVINE, N.; WATSON, R. Carotenoid supplementation reduces erythema in human skin after simulated solar radiation exposure. P.S.E.B.M. vol 223. 2000. LEVINE M, RUMSEY SC, DARUWALA R. Criteria and recommendations for vitamin C intake. 1999. MARQUES, Raynério Costa; MARREIRO, Dilina do Nascimento. Aspectos metabólicos e funcionais do zinco na Síndrome de Down. Rev.Nutr. vol.19 no.4 Campinas.2006. PAOLA, M.V.R.V.; RIBEIRO, M.E.; YAMAMOTO, J.K. Multifuncionalidade das vitaminas. Cosmet. Toiletr., v. 10, n. 4, p. 44- 8, 1998. MAHAN, L. Kathleen; ESCOTT-STUMP. Alimentos, Nutrição & Dietoterapia. Roca: 9 ed., São Paulo, 1998. NIERENBERG et al. Steady-state serum concentration of alpha tocopherol not altered by supplementation with oral beta carotene. J. Nat. Cancer Inst 86:117,1994. PENCE, Barbara; DELVER, Erica; DUNN, Dale M. Effercts of Dietary Selenium on UVB-Induced Skin Carcinogenesis and Epidermal Antioxidant Status. J. Invest Dermatol. 102:759-761, 1994. PLACZEK, Marianne; GAUBE, Sabine; KERKMANN, Urs; GILBERTZ, Klaus-Peter; HERZINGER Thomas; HAEN, Ekkehard; PRZYBILLA, Bernhard. Ultraviolet B-Induced DNA Damage in Human Epidermis Is Modified by the Antioxidants Ascorbic Acid and D-a-Tocopherol. The Jour. of Invest. Dermatol , p 24 : 2 . 2005. PLONKA, P.M.; HANDJISKI, B.; MICHALCZYK, D. M.; POPIK, M; PAUS, R. Oral zinc sulphate causes murine hair hypopigmentation and is a potent inhibitor of eumelanogenesis in vivo. British Journal of Dermatology,155, p.39–49.2006. RICHELLE, M; SABATIER, M.; STEILING, H.; WILLIAMSON, G. Skin bioavailability of dietary vitamin E, carotenoids, polyphenols, vitamin C, zinc and selenium. British Journal of Nutrition (2006), 96, 227–238. SHARQUIE, Khalifa E.; NAJIM, Rafid A.; AL-SALMAN, Hala N. Oral zinc sulfate in the treatment of rosacea: A double-blind, placebo-controlled study. International Journal of Dermatology,45, 857–861.2006. SHELDON, Saul Hendler. A Enciclopédia de Vitaminas e Minerais, 7a Edição, Ed.Campos. 25-37.1994. SCHWARTZ, James R.; MARSH, Randall G.; and DRAELOS, Zoe Diana. Zinc and Skin Health: Overview of Physiology and Pharmacology. Dermatol Surg, 2005;31:837–847. SICHIERI, Rosely; COITINHO, Denise C ; MONTEIRO, Josefina B.; COUTINHO, Walmir F. Recomendações de Alimentação e Nutrição Saudável para a População Brasileira Arq Bras Endocrinol Metab vol.44 no.3 Sao Paulo. 2000. SINGHAL, N.; AUSTIN, J. A clinical review of micronutrients in HIV infection. J Int Assoc Physicians AIDS Care (Chic Ill), Apr 2002; 1:63-75. THEOHARIS, C. Theoharides. Essentials of Pharmacology, 2nd Edition, 1995 – Little, Brown and Company – Boston – USA. TSOURELI-NIKITA, E; HERCOGOVA, J, LOTTI T, MENCHINI G. Evaluation of dietary intake of vitamin E in the treatment of atopic dermatitis: a study of the clinical course and evaluation of the immunoglobulin E serum levels. Int J Dermatol. WU, Q.; HUANG. K. Effect of long-term Se deficiency on the antioxidant capacities of rat vascular tissue. Biol Trace Elem Res, April 1, 2004; 98(1): 73-84. Propaganda exclusiva para profissionais da Saúde
Atualização 00 / 07.09 / ACG

Source: http://www.galenanutrition.com.br/nutrition/admin/uploads/ic_radizenzinco_0312200938284600_.pdf

Microsoft word - welcome programme fall semester_full academic year 2011-12.doc

International Office WELCOME PROGRAMME ACADEMIC YEAR Fall Semester / Full academic year students International Office Monday, 12th September Place Salón de Grados (Conference Hall) Julián Romea, 23 – Ground Floor 10:00 h. PRESENTATION OF CEU SAN PABLO UNIVERSITY PROF. LEOPOLDO ABAD ALCALÁ Director of International Programmes PRESENTATION OF INTE

Polizol

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE Características Farmacológicas: Polizol é um anti-hemíntico polivalente, dotado de ação vermicida, ovicida e larvicida, exercendo sua atividade anti-helmíntica por bloqueio dos processos enzimáticos responsáveis pela absorção da glicose, com isto o nível de energia se torna inadequado à sobrevivência. Inicialmente os helmint

Copyright © 2009-2018 Drugs Today